Porque existimos?
Parece-me importante antes de mais salientar que me tenho tornado cada vez mais ateu. Dia após dia a minha religiosidade cai, desfaz-se mais um pouco.
Desconheço o “porquê” ou o “como” da situação. Não creio em doutrinas nem líderes espirituais. É o indivíduo quem constrói o seu próprio destino.
Posto isto, e tendo em conta que a busca da compreensão da génese não me é aliciante, acredito que enquanto seres unos devemos satisfazer a nossas carências de prazer, diferenciadamente pois o que me satisfaz poder-te-á ser indiferente. Penso que temos que ter vícios pois a vida é efémera quer se seja imaculado ou não. Qual o interesse de viver castrando o que nos dá gozo, porquê fazer da vida um percurso ainda mais penoso?
O que é um vicio? Será algo que nos dá prazer (ou retira desprazer), seja saudável ou não.
Tabaco é víciante, álcool, chocolate, mas o jogging também o é. Está provado que a actividade física ou químicos impõem ao organismo uma descarga de endorfinas que promovem o bem-estar, o prazer.
Existem viciados em químicos, no jogo, em ginásio, a correr. Cada um terá o seu(s) próprio(s) vicio(s), satisfaçam-nos pois é certo que não existimos para sofrer. Falo por mim.
T.P.C.: Ler na “Maxmen Dez.2004” na pág. 44:
João Pereira Coutinho: “É na grandeza dos vícios que mora a grandeza dos homens”.
sábado, dezembro 04, 2004
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